Café irlandês – Barbosa Lagos

Dentro da atual poesia brasileira, eu colocaria Barbosa Lagos na descendência e na confluência dos grande poetas satíricos, como Gregório de Mattos, e de um antilírico moderno como Manuel Bandeira, que em sua “Poética” diz estar farto do lirismo comedido, do lirismo “funcionário público com livro de ponto expediente protocolo e manifestações de apreço ao Sr. diretor”.

Um Comentário to “Café irlandês – Barbosa Lagos”
  1. Revista bem dirigida e muito material.


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