{"title":"Coleção Nomadismos (México)","description":"\u003cp\u003eA Coleção Nomadismos, coordenada por Renato Rezende, Teresa Arijón e Bárbara Belloc, tem como objetivo publicar textos inéditos no Brasil de importantes pensadores contemporâneos latino-americanos. A coleção conta com a parceria da editora Azougue no caso dos livros argentinos, e da editora Manantial, de Buenos Aires, que publica na Argentina o espelho da coleção com ensaios de artistas brasileiros.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003eLeituras furadas – Luis Felipe Fabre (tradução de Marcelo Reis de Mello)\u003cbr\u003eEscrever sobre escrever poesia – Eduardo Milán (tradução de Cláudia Dias Sampaio)\u003cbr\u003eA liberação da mosca – Luigi Amara (tradução de Mariana Teixeira)\u003cbr\u003eMudança – Verónica Gerber Bicecci (tradução de Mariana Teixeira)\u003c\/p\u003e","products":[{"product_id":"mudanca-veronica-gerber-bicecci","title":"Mudança – Verónica Gerber Bicecci","description":"\u003cp\u003e“Artista visual que escreve”; assim se define Verónica Gerber Bicecci, e a crítica especializada reforça a fórmula quando diz que “suas peças atuam como textos” – destaquemos “atuam”. Trata-se de uma mudança. Ulises Carrión, Cesare Lombroso, Leonardo Da Vinci, Vicente Huidobro, Lewis Carroll, Vito Acconci e uma assombrosa trupe de gigantes diagramam um livro sobre ler, escrever com tinta, escrever com o corpo, com a memória, ler a contrapelo, mandar telegramas, pictogramas como grafites, histórias dentro de histórias, mitos urbanos.\u003cbr\u003e\nNada da experiência humana nos é alheio. Verónica Gerber já nos prendeu com seu laço e entramos no seu círculo.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Circuito","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47231924437228,"sku":"EC-0062","price":30.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0803\/5542\/6540\/files\/MUDAN-A.jpg?v=1778875380"},{"product_id":"a-liberacao-da-mosca-luigi-amara","title":"A liberação da mosca – Luigi Amara","description":"\u003cp\u003eLuigi Amara é um principiador, naquele sentido antiguíssimo de “no princípio era o verbo”. Cada vez que escreve um ensaio parece que origina, inicia, dá começo. Como se aquilo sobre o que versa fosse – estivesse sendo – pensado pela primeira vez. De uma maneira singular: à inversa, em reverso, tomando atalhos, apelando para a inteligência caústico crítica e à um humor inocente (se isto existe). Esta série de ensaios “revolucionam” outras leituras e visões, acaso mais previsíveis, do mundo. A de Luigi Amara é uma escrita – uma maneira de ver – que põe amável e risonhamente de ponta cabeça e pés para cima os leitores. Uma revolução ensaiada. E também um retorno a mestres como Montaigne, conjugado com aquele arcano de Augusto Monterroso: quando despertou, o dinossauro ainda estava ali.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Editora Circuito","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47231924469996,"sku":"EC-0031","price":100.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0803\/5542\/6540\/files\/A-LIBERTA-O-DA-MOSCA.jpg?v=1778875379"},{"product_id":"escrever-sobre-escrever-poesia-eduardo-milan","title":"Escrever sobre escrever poesia – Eduardo Milán","description":"\u003cp\u003eEduardo Milán é um dos poetas e ensaístas mais criativos, sutis e influentes da América Latina. Um “raro”, como os que descrevia o nicaraguense Rubén Darío. Nasceu no Uruguai em 1952, numa cidade pequena chamada Rivera, separada por uma rua de outra cidadezinha: Santana do Livramento, no Brasil. Sua mãe, brasileira, morreu quando ele tinha dois anos. Dela herdou a primeira língua, e de sua própria e tenra orfandade a urgência de “escapar em direção a outras latitudes imaginárias”, a iniciação na poesia. Seu pai, uruguaio, foi perseguido pela ditadura que corroeu o país nos anos setenta. Desde o final dessa década (ou quase) Eduardo vive no México, no Distrito Federal. Disse a respeito: “O México me deu as palavras com as quais escrevo. Teria escrito o que escrevi fora do México? Seguramente não”.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e \u003c\/p\u003e","brand":"Editora Circuito","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47231924502764,"sku":"EC-0032","price":100.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0803\/5542\/6540\/files\/ESCREVER-SOBRE-ESCREVER-POESIA.jpg?v=1778875378"},{"product_id":"leituras-furadas-luis-felipe-fabre","title":"Leituras furadas – Luis Felipe Fabre","description":"\u003cp\u003eFuros: ensaios: túneis; buracos negros: matéria negra: poesia em sua forma bruta; poesia-carvão: fim e princípio do fogo: traços de cinzas. Aqui há tudo isto. “A matéria que nos ocupa [diz à poeta Luis Felipe Fabre (Cidade do México, 1974)]: certa poesia latino-americana do século XX.” A antimatéria: o furo do poema no poema. O poema é um buraco: a outra dimensão do poema. Uma silhueta sobre o silêncio\u003cbr\u003e\nbranco (ou negro?) da página. Os materiais são providos por Néstor Perlongher, Nicanor Parra, Ulises Carrión, Ramón López Velarde, Roberto Bolaño. Não são palavras menores.\u003c\/p\u003e\n\u003cp\u003e\u003c\/p\u003e","brand":"Editora Circuito","offers":[{"title":"Default Title","offer_id":47231924535532,"sku":"EC-0065","price":30.0,"currency_code":"BRL","in_stock":true}],"thumbnail_url":"\/\/cdn.shopify.com\/s\/files\/1\/0803\/5542\/6540\/files\/LEITURAS-FURADAS.jpg?v=1778875378"}],"url":"https:\/\/editoracircuito.com.br\/collections\/colecao-nomadismos-mexico.oembed","provider":"Editora Circuito","version":"1.0","type":"link"}